17 de janeiro de 2018

ADORAÇÃO E VIDA CRISTÃ


            A adoração consiste no reconhecimento e na proclamação da divindade de Deus. É reconhecer e proclamar que Deus é Deus, é o único e, portanto, o verdadeiro. O ato da adoração brota do coração iluminado pela fé e se dirige para Deus. Movido pela adoração, o coração humano se dirige para Deus professando sua fé, sua aceitação da divindade, sua entrega confiante, sua sujeição, e se manifesta por meio de louvores, de ações de graças, de proclamações e exaltações da divindade.
            A adoração realiza uma comunicação profunda entre o coração humano e o Deus que é adorado. Essa comunicação se torna a fonte principal da vida cristã. Porque crê em Deus, porque o adora, porque o aceita e a Ele se rende, o coração humano passa a fazer dos mandamentos divinos, dos Seus conselhos e das Suas palavras as normas de vida cristã.
            Pela fé e pela adoração, o coração do cristão reconhece o profundo amor de Deus que o criou, que o salva e que o santifica, e reconhece com clareza que os ensinamentos divinos são todos movidos pelo amor que Deus tem para com o ser humano. E este, então, com zelo e alegria procura pautar sua vida de acordo com a vontade divina manifesta por Suas palavras. Dessa forma o cristão passa a viver a sua vida pessoal, familiar, comunitária,  social e religiosa de acordo com os divinos ensinamentos.
            Movido pelo espírito de adoração, o cristão vai formando seu modo de pensar, de falar, de desejar, de querer, de agir ou de não agir, bem como seu modo de viver, conforme a Palavra de Deus. Dessa forma vai edificando sua interioridade, sua personalidade, seu caráter e todas as suas relações sociais, constituindo a autenticidade de sua vida cristã.
            Essa vida cristã edificada sobre a Palavra de Deus e vivida pessoalmente por convicção, propicia uma vida matrimonial também edificada sobre os ensinamentos divinos. A vida cristã pessoal se une à vida cristã do consorte, o que gera uma família cristã que vive como tal. Esta se torna, aliás, a garantia de que os filhos que completam a família terão um lar exemplar de vida cristã, crescerão assimilando na atmosfera do lar, a verdadeira hierarquia dos valores cristão. Serão pais cristãos a formar filhos cristão.
            Nessa escola de vida cristã, os pais como mestres, e os filhos como discípulos, formam-se para a vida comunitária e social, sabendo sempre sobrepor os valores cristãos aos contravalores que o mundo apresenta. Esses pais e filhos serão “uma luz que brilha na trevas” pelo exemplo de vida, pelo testemunho de suas palavras e pela coerência de seus atos.

            O espírito de adoração induz sempre, e com fidelidade, a uma vida cristã autêntica e exemplar. 

11 de janeiro de 2018

FÉ E ADORAÇÃO


            A fé cristã uma graça divina que ilumina todo o espírito e o coração do ser humano, dando-lhe a capacidade de ter a certeza absoluta da existência de Deus, da existência do Deus Trindade, e do amor que esse Deus tem para com o ser humano, procurando salvá-lo.
            A fé é a porta sempre aberta que permite entrar em comunhão com Deus, e com Ele manter uma amizade, um relacionamento real e existencial, e que por esse relacionamento, o ser humano é salvo e santificado pela ação divina.
            O coração humano,  iluminado pela fé, como que consegue ver a Deus de forma mística mas real, e consegue descobrir e perceber todas as perfeições desse Deus que enxerga pela fé.
        Pela fé evoluída pela graça e fundamentada pela Palavra, a pessoa percebe de forma convincente que Deus existe, que Ele é Uno e Trino, que Ele é eterno, onipotente, omnisciente, omnipresente, santíssimo, misericordioso, fiel, justo, perfeitíssimo (...)
            Essa visão de Deus pela iluminação da fé leva o coração humano a se dirigir a Deus, a aceitá-Lo, a dar-Lhe uma resposta coerente com a grandeza da divindade, por meio da adoração. Ao enxergar Deus pela fé, o coração humano O adora. Esse clima espiritual de adoração que brota de dentro do coração que vê a Deus pela fé, suscita todas as outras manifestação. A adoração se abre como: aceitação crescente de Deus, rendição à sua divindade, acolhimento da vontade divina, oração de louvor, de glorificação, de exaltação, de ação de graças, de reconciliação, de intercessão, de libertação, de cura, de súplica, de confiança.
            Enquanto a adoração nasce da fé no Deus verdadeiro, e quanto mais profunda for a fé, maior será a adoração, por sua vez a adoração solidifica a fé, a torna sempre mais segura e forte, pois pela adoração há a melhor comunicação com a Divindade. Quanto mais Deus se torna conhecido e fascinante, maior será a necessidade real de adorá-Lo e de abrir o leque da adoração.
            A fé é como um holofote que projeta a sua luz sobre o Deus Trindade. Quanto mais luminosa for essa luz, mais se percebe as belezas divinas. Diante das belezas divinas, nasce o desejo de adorá-Lo, e esse desejo suscita a adoração sob todas as suas formas.

            A fé, portanto, suscita a adoração. A adoração, por sua vez, desenvolve a fé. Esta, pode crescer permanentemente, ao longo de toda a nossa vida, pois Deus é de uma perfeição inesgotável. Quando mais cresce a fé, mais perfeita se torna a adoração.

4 de janeiro de 2018

OS SANTOS REIS


            Tendo Jesus nascido em Belém de Judá, eis que magos vieram do oriente a Jerusalém. Perguntaram: “Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”. (...) E eis que a estrela que tinham visto no oriente os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o Menino, e ali parou. A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. Entrando  na casa, encontraram o Menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra, por outro caminho. (Mt 2, 1-2. 9b-12)
            Natal! O Salvador, Jesus Cristo, enviado pelo Pai para salvar a humanidade, nasce da Virgem Maria, em Belém. Este acontecimento divide a história da humanidade entre “antes” e “depois” de Jesus Cristo, ou seja, entre antes e depois do Natal de Jesus. Eis aí a importância daquele que nasceu e é sempre de novo celebrado nas festas do santo Natal.
            Para que Jesus, o Salvador, possa realizar sua missão salvadora no coração de cada indivíduo, é preciso que Ele seja conhecido, aceito, adorado, obedecido e seguido. Para que as pessoas O conheçam, é preciso que Jesus seja anunciado e testemunhado, sempre de novo.
            A festa dos Santos Reis é chamada de “Epifania”, que se traduz por “manifestação”. É a manifestação, a apresentação de Jesus aos povos todos da terra, representados pelos três Reis Magos.
            A solenidade dos Santos Reis não tem como finalidade apenas recordar e celebrar esse acontecimento interessante, mas sim anunciar novamente Aquele que veio, apresentar e fazer a “epifania” de Jesus Cristo vivo, como Salvador e Senhor, às crianças, aos adolescentes, aos jovens, aos adultos e idosos, de todas as raças e línguas do planeta. Principalmente, àqueles que ainda não conhecem ou não aceitaram Jesus como seu Salvador pessoal.
            Epifania é festa de evangelização. Epifania é festa que “envia” a evangelizar, a “fazer Jesus acontecer”  na vida das pessoas. Sem essa dimensão anunciadora, essa festa será como névoa que passa...

Ser Estrela de Belém

            Deus Pai usou a estrela de Belém para fazer a “epifania” de Jesus aos Reis Magos. A estrela que lhes apareceu e a inspiração do Espírito Santo nos seus corações revelando-lhes o nascimento do Salvador, os levou a realizar uma longa e até perigosa viagem à procura do recém nascido Rei dos judeus. Deus Pai, pela estrela, os levou até onde estava o menino. Diz o evangelho: “A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. Entrando na casa, encontraram o Menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram”.
            A maior de todas as bênçãos recebidas pelos Santos Reis foi essa: “Encontraram o Menino, com sua mãe”. Encontraram Jesus, o Salvador. Encontraram a salvação. Por isso os Reis Magos são venerados, apreciados e imitados como “Santos” Reis.
            Somos chamados a ser “estrelas de Belém”. Somos convocados e honrados com a missão de ser “estrelas de Belém”, para levar as pessoas até Jesus ressuscitado, para provocar encontros profundos entre as pessoas e Jesus, afim de que o conheçam, aceitem, adorem e obedeçam, e com isso sejam salvos e santificados.
            A maior e mais importante missão dos pais é serem “estrelas de Belém” para seus filhos, genros, noras e netos, levando-os a Jesus, convertendo-os a Jesus, fazendo-os discípulos de Jesus vivo.
            Os maridos são chamados a ser “estrelas luminosas” para suas esposas, e estas para eles. Os filhos são chamados a ser “estrelas brilhantes” para seus pais e irmãos. Os namorados são convocados a ser “estrelas de Belém”, um para o outro. A maior prova de amizade é ser “estrela de Belém” para os amigos. O Papa, os bispos, os padres, os religiosos consagrados e todos os ministros de Igreja têm como missão maiúscula e essencial, ser “estrelas de Belém” para todo o povo de Deus. Nada há de maior em nossa fé e vida cristã do que “ser estrela” e “fazer Jesus salvador acontecer” na vida das pessoas.
            As estrelas têm luz própria e iluminam os astros que não a possuem. A estrela chamada sol tem luz própria e ilumina a terra que não a tem. Todos nós, chamados a ser “estrelas de Belém” para os nossos irmãos, precisamos ter luz própria, a fim de iluminar os que “andam nas trevas”. Nossa luz é a fé esclarecida, profunda e evidenciada no Deus vivo, em Jesus ressuscitado, nas verdades reveladas. Fé essa, confirmada por uma vida honrada e santa, expressa por muitas boas obras. Jesus disse: “Vós sois a luz do mundo! Brilhe vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus”. A fé viva, esclarecida e professada, manifesta numa vida santa e cheia de boas obras é a luz da “estrela de Belém” a que todos somos chamados a ser, a fim de iluminar o coração dos nossos irmãos que ainda vivem nas trevas do desconhecimento de Jesus Cristo.

Ofereceram-Lhe presentes

            “Abrindo seus tesouros ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra”. Os três presentes oferecidos pelos Reis Magos são profundamente proféticos e inspiradores. O ouro é um metal precioso tradicionalmente oferecido aos reis. Ao oferecer o ouro, os Magos reconhecem e proclamam a “realeza do Menino, Jesus Cristo Rei”. O incenso é religiosamente usado como sinal do reconhecimento da divindade e simboliza a adoração. Ao oferecer o presente do incenso, os Magos misteriosa, profética e maravilhosamente reconhecem a divindade do Menino. Reconhecem, proclamam e exaltam a divindade de Jesus Cristo, filho de Deus Pai, Deus como o Pai e o Espírito Santo. A mirra é uma resina que, ressequida e pulverizada, era usada como anestésico nas dores incômodas. Ao oferecerem a mirra, os Magos reconhecem e profetizam que esse Menino é humano e irá ter sua cota de sofrimentos e dores. Profetizam que Ele, um dia, sofreria todas as torturas da paixão e morte de cruz.
            Nesta festa da Epifania não podemos deixar de oferecer esses mesmos presentes, com um simbolismo particular. O “ouro” que podemos oferecer a Jesus é o nosso amor incondicional de discípulos e amigos, amor manifesto por uma vida digna, honesta e santa, cheia de profunda fé e culto ao Deus vivo, recheada de amor em forma de boas obras realizadas pelos irmãos. O “incenso” que devemos oferecer é o nosso desejo e decisão de prestar a Jesus Cristo nosso culto religioso, reconhecendo-o sempre mais profundamente como nosso Deus e Senhor. Culto esse, manifesto de forma permanente e perseverante na participação de todas as formas cultuais que se realizam na Igreja, de forma especial, na celebração e recepção dos sacramentos. A “mirra” que desejamos oferecer nesta Epifania é a oferta humilde, mas paciente, conformada e assumida dos sofrimentos que a vida humana e pessoal nos apresenta. Unimos nossos sofrimentos aos de Jesus Cristo, para que sejam fonte de conversão e santificação para nós e para os nossos familiares e irmãos de caminhada.

O ouro é o símbolo do amor, o incenso é o símbolo da adoração e a mirra é o símbolo do sofrimento acolhido na paciência. Percebamos que esses três presentes devem percorrer todo o curso de nossa vida. O amor, a adoração e o sofrimento assumido devem ser expressões permanentes do nosso relacionamento com Jesus ressuscitado. São os presentes que podemos oferecer todos os dias, até o fim de nossos dias terrenos.

29 de dezembro de 2017

Ano novo - Vida Nova



Costumamos dizer: “Ano novo, vida nova”. Quem precisa de vida nova? Somente quem envelheceu no ano que findou. Quem envelheceu no sentido bíblico. Quem deixou o “homem velho” ou a “mulher velha” do pecado tomar conta de sua vida. Portanto, envelheceu quem se deixou levar pelo egoísmo, pela vaidade, pelo orgulho, pelos prazeres pecaminosos, pelo consumismo, pelo erotismo sob as mais diversas formas, pela ganância, pelo desânimo, pela infidelidade no namoro, noivado ou casamento, pela busca de poderes extraordinários ou de riquezas fáceis, junto a falsas religiões, pelo abandono de sua vida cristã, e por tantos outros vícios, misérias humanas ou pecados pessoais, familiares ou sociais. Envelheceu, portanto, quem deu lugar ao mal em seu coração. Quem assim envelheceu deveria seguir esse dito: “Ano novo, vida nova”.
          Por certo, impulsionados por seus ideais elevados, buscando uma realização plena de sua pessoa nos melhores e verdadeiros caminhos da felicidade, você não envelheceu. Você se renovou.
          Em 2018 está mais renovado do que em 2.017. Mais idealista, apesar dos problemas nacionais, familiares ou pessoais. Com mais garra para atingir seus objetivos para esse novo ano; com mais experiência para saber solucionar problemas, enfrentar desafios, buscar metas, realizar sonhos. Com mais fé e profundidade religiosa para saber que pode contar com seu Deus vivo, com o auxílio da Mãe celeste.
Se, porventura, houve tropeços, houve problemas em 2017, faça deles um trampolim para saltar ainda mais alto e mais longe em sua caminhada de 2018. Se houve fracassos, não fique olhando para trás, mas faça deles um aprendizado para planejar e conquistar sucessos e mais sucessos no novo ano.
Ano novo, vida Nova. Vida orientada para ideais nobres e grandes. Vida programada com inteligência para vencer nos estudos, no trabalho, na profissão. Vida voltada para a verdadeira realização no amor em família, na comunidade, no namoro, no noivado, na sociedade. Vida voltada para aqueles que sofrem, que são explorados sob todas as formas, que estão desempregados, que não tem saúde, que estão fora da escola, que estão na marginalidade, enfim, que sofrem.
          Ano novo, vida Nova. Vida sadia, alegre, comunicativa, prestativa. Vida de comunicação diária com o Pai celeste que tudo quer prover para seus filhos. Vida de relacionamento com Jesus vivo, que deseja estar presente em sua vida para orientá-los pelos verdadeiros caminhos da realização, e se houver problemas, quer libertá-los, curar suas feridas, conceder-lhes forças especiais. Vida de abertura ao Espírito Santo que pode fazer por você muito, muito mais do que imagina. Vida de abertura para o amor da Mãe celeste, que cuida carinhosamente de todos os seus filhos.
          Ano Novo, Vida Nova. Vida-Viva. Vida plena. Viva a Vida!!!


                                             

11 de dezembro de 2017

ADORAR EM ESPÍRITO E VERDADE

Adorar é a primeira resposta do coração humano quando, pela fé, entra em comunhão com Deus, e então manifesta sua certeza na Sua existência,  e proclama Sua divindade. Deus é espírito puríssimo, e para adorá-Lo é preciso recorrer às forças do nosso espírito.
            No diálogo com a Samaritana, essa mulher disse a Jesus: “Nossos pais adoraram neste monte, (Garizim), mas vós dizeis que é em Jerusalém que se deve adorar. Jesus respondeu: Mulher, acredita-me, vem a hora em que não adorareis o Pai, nem neste monte nem em Jerusalém. Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.  Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade.(Jo 4,20-24
            A verdadeira adoração acontece, portanto, a partir do nosso espírito, quando pela fé, acreditamos na existência de Deus, O reconhecemos como Deus, O acolhemos como nosso Deus, nos rendemos a Ele como a criatura ao seu criador, proclamamos a grandeza divina de seus atributos. “Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade”
            O nosso espírito é o lugar do encontro com Deus, é o lugar onde ocorre a adoração em espírito. É o lugar onde Deus, que é Espírito puríssimo, se manifesta de forma perceptível e experimentável, e onde realiza as Suas obras em nós. Por sua vez, o nosso espírito utiliza todo o nosso psíquico e todo o nosso físico para manifestar a sua adoração e todo o culto que nasce da adoração. Quem comanda a nossa adoração é o nosso espírito, utilizando o nosso psíquico. Iluminado e movido pela fé que revela a presença de Deus, o nosso espírito adora, proclama a existência e a presença de Deus.
            Disse Jesus: “Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja”. São os adoradores que cultivando uma fé profunda, creem em Deus de forma radical e por isso manifestam sempre de novo sua adoração,
            Adorar em verdade. É concretizar, realizar, fazer acontecer as expressões que manifestam a adoração. É realizar toda forma de culto religioso que expresse a adoração. É proclamar por palavras todo reconhecimento da Divindade de Deus. É glorificar, exaltar, engrandecer por palavras, pelo canto, por gestos, pela música, a Divindade da Trindade.
            Adorar em verdade é, de forma especial, procurar viver uma vida iluminada pela fé, cultivando uma amizade de comunhão com Deus, e como coerência, viver uma vida cristã diária, segundo os mandamentos divinos, os ensinamentos de Jesus, os deveres do estado pessoal de vida, buscando se apropriar sempre mais da santidade de Deus, para vivê-la como o essencial de nossa vida terrena.

            Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade.